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domingo, outubro 24, 2010

Sem medo do passado – Carta aberta de Fernando Henrique Cardoso a Lula

Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.

Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010.

“Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”. (José Eduardo Dutra)

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

Fernando Henrique Cardoso

terça-feira, novembro 24, 2009

Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres 2009

 "Uma vida sem violência é um direito das mulheres. Comprometa-se. Tome uma atitude. Exija seus direitos",

Lançada, na Câmara dos Deputados, edição 2009 da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

As bancadas femininas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República e a Organização Não-Governamental Agende Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento – AGENDE lançaram, na tarde desta quarta-feira (18), no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, a edição 2009 da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. 

Este ano, o tema da mobilização nacional é focado nas chamadas violências "sutis", ou seja, atos de violência moral, psicológica e de controle econômico e de sociabilidade, entre outros, considerados "normais" ou "naturais" por estarem arraigados nas relações de gênero e porque, muitas vezes, não são direta ou claramente percebidos como violência pela sociedade e pelas próprias mulheres vitimadas.

Com o slogan "Uma vida sem violência é um direito das mulheres. Comprometa-se. Tome uma atitude. Exija seus direitos", a Campanha 16 Dias de Ativismo é promovida em todo o País – entre os dias 20 de novembro (Dia Nacional da Consciência Negra) e 10 de dezembro – e em mais 158 países, no período de 25 de novembro a 10 de dezembro.

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Comprometa-se: Participe de outras Campanhas

Todos e todas temos responsabilidade de eliminar a violência contra as mulheres, trabalhando juntos: mulheres, meninas, homens, meninos, e pessoas de todas as gerações, ofícios, orientações sexuais, posições políticas e estratos socioeconômicos. Por isso, todos e todas temos um papel a desempenhar.

Reconheça e celebre as conquistas para pôr fim à violência contra as mulheres, critique atitudes que reproduzem padrões que subordinam as mulheres, acompanhe as políticas e programas governamentais para evitar retrocessos e cobrar avanços. Estimule a participação de cada um/a no enfrentamento dessa questão. Comprometa-se com o fim da violência contra as mulheres.

Existem diversas maneiras de se comprometer com essa importante causa, seja de forma coletiva, seja por meio de atitudes individuais. Além da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, há outras campanhas de mobilização e sensibilização sobre o tema.

Conheça algumas:

· Acesse a página da Campanha Mundial 16 Dias de Ativismo, organizada pelo Centro para Liderança Global das Mulheres (Center for Womens´s Global Leadership)· Participe da Campanha Democracia no Mundo e em Nossas Vidas: pelo Fim da Violência contra as Mulheres, promovida pela organização SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia

· Participe da Campanha "Fale sem medo – não à violência doméstica" do Instituto Avon

· Participe da Campaña Podemos Detener la Violencia contra las Mujeres en América Latina y el Caribe, impulsionada pela RSMLAC – Red de Salud de las Mujeres Latinoamericanas y del Caribe, em quatro países da região, com apoio de Oxfam-Novib: Brasil (Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos), Bolivia (Centro de Información y Desarrollo de la Mujer, CIDEM), Haiti (Solidarite Fanm Ayisyen, SOFA ) e Guatemala (Agrupación de Mujeres Tierra Viva).

· Participe da Campaña RSMLAC 25 de Noviembre: Por las Mujeres del Tercer Milenio. Basta de discriminación, exclusión y violencias, da RSMLAC – Red de Salud de las Mujeres Latinoamericanas y del Caribe.

· Participe da Campanha do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, "Únete para poner fin a la violencia contra las mujeres" (em espanhol).
Veja, em inglês, a Campanha do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM)
Say NO – UNiTE to End Violence against Women (em inglês).

A Campanha mundial do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, tem o objetivo de mobilizar a opinião pública e os órgãos de decisão em nível mundial em três frentes: na promoção de ações em nível global, na priorização de programas em prol das mulheres no âmbito das Nações Unidas e no estímulo de colaborações com governos e entidades nacionais. Ela vai durar até 2015 e coincide com a execução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

A campanha regional latino-americana é coordenada pela Guatemala. Acompanhe as atividades no blog da Campanha regional.

No Brasil, a Campanha "Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres" visa a adesão e engajamento de homens na luta pelo fim da violência contra as mulheres, por meio do comprometimento público para a implementação integral da Lei Maria da Penha e efetivação de políticas públicas que visam o fim de qualquer forma de violência contra as mulheres. A iniciativa conta com a parceria do Instituto Papai, Instituto Promundo, Agende - Ações em Gênero e Cidadania, Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher(Unifem) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Tome uma atitude. Comprometa-se com o combate à violência contra as mulheres e inclua seu nome na lista de assinaturas.

Comprometa-se. Tome uma atitude. Exija seus direitos.

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Tome uma atitude: junte-se a uma rede, lista ou comunidade virtual

O ativismo pode ocorrer em diversos espaços por qualquer pessoa que queira tomar uma atitude para o fim da violência contra as mulheres, obter informações e conhecimento sobre o tema, divulgar e dividir essas informações com os outros. Juntar-se a uma rede, a uma lista ou comunidade virtual pode ajudar a manter você conectada/o com pessoas e organizações que compartilham com suas idéias e estão atentas para o que ocorre nessa temática.

Algumas formas de você se juntar a outros grupos ou redes:

· Apóie a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres e acesse o blog

· Participe de eventos e atividades da Campanha 16 Dias de Ativismo em sua cidade – veja o calendário de eventos

· Assista os vídeos da Campanha no youtube

· Leve o selo "Eu apóio a Campanha 16 Dias de Ativismo" para o seu blog, orkut, facebook

· Acompanhe as atividades da Campanha no twitter

· Participe da comunidade da Campanha no orkut

· Acesse a página da Campanha Mundial, organizada pelo Centro para Liderança Global das Mulheres (Center for Womens´s Global Leadership)

· Junte-se ao Facebook fan page da Campanha Mundial - The Official 16 Days of Activism Against Gender Violence Campaign Facebook fan page - e incentive seus amigos a se cadastrarem também.

· Pesquise quais grupos atuam em sua comunidade e veja com quais deles você se identifica. Verifique se há informativos que você pode receber gratuitamente.

· Pesquise organizações e/ou redes que trabalham para o fim da violência contra as mulheres. Conheça as redes e articulações de mulheres e direitos humanos parceiras da edição 2009 da Campanha.

· Participe das atividades de uma organização que atue para o fim da violência contra as mulheres. Pesquise e junte-se a outras listas e redes.

· Veja algumas sugestões de listas em inglês:

o For a list of other gender-related electronic forums, visit: http://userpages.umbc.edu/~korenman/wmst/forums.html
o Sexual Violence Research Initiative listserve by the Global Forum for Health Research: http://www.svri.org/activities.htm
o Communities Against Violence Network (CAVNET): http://www.cavnet2.org/
o Listserves related to HIV/AIDS and reproductive health from The INFO Project: http://www.infoforhealth.org/networks.shtml

Do Agende 2009 Campanha 16 dias

sexta-feira, novembro 20, 2009

Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

A Campanha 16 Dias de Ativismo no Brasil

Mulheres ao redor do mundo lutam pelo fim da violência de gênero: a história da Campanha

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, criada em 1991 por feministas e movimentos de mulheres vinculadas ao Centro para Liderança Global das Mulheres (Center for Womens´s Global Leadership), ocorre atualmente em 159 países.

A Campanha começa no dia 25 de Novembro - Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres e se encerra em 10 de dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil iniciamos Campanha no dia 20 de novembro - Dia Nacional da Consciência Negra. Outras duas datas integram a Campanha Mundial, o dia 1º de dezembro - Dia Mundial de Combate á Aids e o dia 06 de dezembro - Dia do massacre de Mulheres de Montreal, que gerou a Campanha Mundial do Laço Branco, no Brasil, desde 2007, Dia Nacional de Luta dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

A Campanha 16 Dias de Ativismo tem sido uma estratégica eficaz para fortalecer a ligação entre a luta local e a internacional dos movimentos de mulheres, feministas e de direitos humanos, bem como uma ferramenta de advocacy na interlocução com os governos por políticas públicas direcionadas a mulheres em situação de violência.

Em sua 19ª edição neste ano, a Campanha demonstra a criatividade, perseverança e solidariedade de mulheres do mundo todo que se organizam pelo fim da violência de gênero.

Participe você também desse movimento mundial que, apesar dos frutos colhidos, ainda tem muito a semear para a construção de um mundo em que mulheres não sejam inferiorizadas, subjugadas e maltratadas simplesmente por serem mulheres.

Comprometa-se! Tome uma atitude! Exija seus direitos! Participe da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres! Contribua e divulgue!

Do Agende

Via Blog Lei Maria da Penha

sábado, novembro 14, 2009

Doar seu sangue pela vida

O verão está chegando, época de mais acidentes nas estradas e devido aos surtos de epidemias como dengue, meningite, gripe A,os estoques de sangue precisarão de reforços.
 
Não existe nada que substitua o sangue
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Orientações para doadores de sangue 

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 18 e 65 anos;
- pesar mais de 50Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação.

Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Puerpério: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis

Cirurgias e prazos de impedimentos 
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Impedimentos definitivos
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária

Intervalos para doação 
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Doe sangue com responsabilidade 
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.

No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.

A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes.

Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para AIDS. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.

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Para mais informações sobre doação de sangue,  Ministério da Saúde
Disque Saúde: 0800-611997.
 
Onde doar
Você pode doar sangue nos postos fixos do Hemocentro do seu estado.
As coletas também podem ser feitas através das equipes móveis.
Para ter mais opções, procure a Secretaria de Saúde do seu estado 
 

O que acontece depois da doação? O doador recebe um lanche, instruções referentes ao seu bem estar e poderá posteriormente conhecer os resultados dos exames que serão feitos em seu sangue. Estes testes detectarão doenças como AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, HTLV I/II, Hepatites B e C, além de outro exame para saber o tipo sanguíneo. Se for necessário confirmar algum destes testes, o doador será convocado para coletar uma nova amostra e se necessário, encaminhado a um serviço de saúde.

O que acontece com o sangue doado? Todo sangue doado é separado em diferentes componentes (como hemácias, plaquetas e plasma) e assim poderá beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada. Os componentes são distribuídos para os hospitais da cidade para atender aos casos de emergência e aos pacientes internados.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Doação para Moçambique fabricar remédio contra aids passa na CAE

COMISSÕES / Assuntos Econômicos
10/11/2009 - 12h09
[Foto: Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou]

Matéria segue para Comissão de Relações Exteriores

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (10), autorização para o governo brasileiro doar a Moçambique recursos da ordem de R$ 13,6 milhões para a primeira fase de instalação de fábrica de antirretrovirais - medicamentos utilizados para tratamento de pessoas portadoras do vírus da aids. A proposta (PLC 193/09) já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na semana passada e ainda terá que ser examinada pela Comissão de Relações Exteriores (CRE), onde receberá decisão terminativa.

De acordo com o relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), trata-se de uma doação de caráter humanitário que poderá beneficiar pelo menos 400 mil pessoas infectadas com o vírus da Aids. Segundo explicou, serão fabricados 20 dos 25 componentes do coquetel antiretroviral na fábrica a ser instalada pela Fiocruz. Ainda segundo Crivella, cerca de cinco mil famílias de brasileiros vivem naquele país, trabalhando nas minas de carvão do Rio Mambese, da Companhia Vale do Rio Doce.

Crivella lembrou que 40% do Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique decorrem de doação. Informou ainda que 80% da força de trabalho naquele país estão na informalidade e que a maioria da população é empregada do governo. Os recursos para doação, segundo explicou, já estão no exterior especificamente para esse objetivo.

Segundo informações do Ministério da Saúde, a instalação da fábrica permitirá o controle de epidemias e reduzirá o número de óbitos não apenas em Moçambique, mas também em outras nações para onde a produção poderá ser exportada.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) destacou o trabalho do governo brasileiro em prol da instalação da fábrica da Fiocruz em Moçambique. O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) elogiou o papel de Crivella pela aprovação da matéria, que poderá beneficiar milhões de famílias, como já acontece no Brasil, onde há o tratamento com o coquetel antirretroviral. O senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB) observou não se tratar de despesa de caráter continuado e ressaltou o gesto positivo do Brasil ao socorrer um país irmão.

Críticas

Mesmo reconhecendo o sentido humanitário da doação, o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) afirmou tratar-se de um contrassenso doar recursos para instalar fábrica de antirretrovirais em Moçambique, enquanto em Pernambuco um hospital que tem o propósito de distribuir esses medicamentos está sem condições de atuar por falta de recursos. Ele também criticou a escassez de verbas para tratamento de usuários de drogas.

Do mesmo modo, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) destacou a situação precária da saúde no país, em especial no Nordeste. Segundo o senador, o governo não libera os recursos destinados ao setor.

Crivella respondeu que, embora haja pessoas com aids no Brasil, não existe o quadro dramático observado em Moçambique, onde morrem sete mil pessoas por dia, vitimadas pela doença.

O senador Efraim Morais (DEM-PB) também questionou a doação. Para ele, é incoerente "praticar solidariedade e ser bonzinho enquanto se esquece de fazer o dever de casa". Ao lembrar o avanço do consumo do crack no Rio de Janeiro, Efraim disse que o governo federal não tem liberado recursos para enfrentamento desse e de outros problemas do país. Crivella reconheceu a legitimidade do alerta da oposição com relação à saúde e se comprometeu a verificar os repasses de recursos para o setor.
Denise Costa / Agência Senado
 
 

10/11/2009 - COMISSÕES
 
03/11/2009 - COMISSÕES

quinta-feira, outubro 29, 2009

Entre Beijos, Meningite e Gripe H1N1

Não me vacinei de tudo que posso pegar

Agora estou no horror

Com a cabeça doída sem ninguém para me socorrer

Eu quero menos,menos, menos...

Eu quero menos beijar na boca

E não pegar doenças que que podem me matar

Eu quero menos beijar na boca

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ATENÇÃO PREVINA-SE

 

Meningite: A transmissão é de pessoa a pessoa, por via respiratória, através de gotículas e secreções do nariz e garganta, em contato prolongado e convivência no mesmo ambiente

Meningite Meningocócica - Os principais  sintomas são: febre alta que começa abruptamente; dor de cabeça intensa e contínua; vômitos em jato; náuseas; rigidez dos músculos da nuca, ombros e das costas; falta de apetite; dores musculares e agitação física e mental. Podem surgir manchas vermelhas na pele. Em crianças menores de um ano, os sintomas mais comuns são: moleira tensa ou elevada, irritabilidade; inquietação com choro agudo; rigidez cor-poral com ou sem convulsões. Tratamento antibióticos específicos.Existem vacinas para prevenir alguns tipos de meningite.

 

Gripe H1N1/ Gripe A :O vírus da gripe pode se espalhar em tosses e espirros, evidências crescentes mostram que pequenas partículas do vírus podem resistir em mesas, telefones, dinheiro,papéis e outras áreas e serem transferidas pelos dedos quando levados à boca, nariz ou olhos.

...

Mononucleose:causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB) e, depois de um período de incubação de 30 a 45 dias, a pessoa pode permanecer com vírus para sempre no organismo. Mononocleose pode ser uma doença assintomática, ou apresentar sintomas que incluem: fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço

 

Herpes labial. Essa doença é provocada pelo vírus herpes simplex e pode causar bolhas e feridas nos lábios e pele ao redor da boca.

 

Gengivite: uma infecção bacteriana

 

AIDS :

Doenças sexualmente transmissíveis (DST) também podem ser contraídas pelo beijo. Pode haver risco de transmissão do vírus HIV, causador da doenças da AIDS, através do beijo da boca  caso existam feridas ou sangramento na boca. O risco é maior em pessoas com body-piercing na língua ou lábios. Um beijo mais ardente poderia provocar sangramento na região do body-piercing, havendo o risco de infecção dovírus HIV se o sangue entrar em contato com uma lesão bucal ou corte. 

 

 DST: também transmissíveis pelo beijo incluem sífilis e gonorréia.

 

...

 

 
 

segunda-feira, outubro 19, 2009

Doenças: Consequências criminosas da Traição

Homens casados traem. Mais do que as mulheres. Até aqui nenhuma novidade. O Ministério da Saúde divulgou o resultado da mais ampla pesquisa sobre o comportamento sexual do brasileiro. Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres de 15 a 64 anos de todas as regiões do país. No quesito fidelidade, confirmou o que todos nós imaginávamos: 21% dos homens casados ou que vivem com companheiras têm parceiras eventuais. Entre as mulheres, apenas 11% têm relações fora do casamento.
A diferença não surpreende. Nossa cultura tolera - e até enaltece - as escapadelas masculinas. Não faz o mesmo com as femininas. Mulheres que traem são punidas com a execração familiar e social. É comum encontrar matronas que protegem os filhos que pulam a cerca. Às filhas que fazem o mesmo reservam a mais dura censura.
Os números do governo apontam algo mais grave: os homens traem sem camisinha. A maioria dos casados que buscaram outras parceiras não usou preservativo em todas as relações. No grupo dos traidores, 57% dispensaram a camisinha.

Isso é criminoso. De uma ignorância atroz. De uma irresponsabilidade sem tamanho. Continue lendo aqui 

Do Dois em Cena

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No Itacaré News

Além da Aids,são transmitidas sérias doenças que requerem longos tratamentos. Assim agem os criminosos (as) que não poupam seus companheiras (os)das consequências de suas relações extra-conjugais.

Mulher Proteja-se

Doenças do Beijo "Não Fiquem com elas "

Métodos Anticoncepcionais  AIDS na Bahia também tem!

Período de Incubação AIDS
De 3 a 10 (ou mais) anos entre a contaminação e o aparecimento de sintomas sugestivos de AIDS.
http://www.dst.com.br/pag08.htm
 
Protejam-se!

Não sejam cúmplices destes crimes. As vitimas contaminadas agradecem

sexta-feira, setembro 25, 2009

Vítimas de Violência Sexual

Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Sexual

A primeira providência do policial, familiar ou qualquer pessoa que tenha contato com a vítima é: encaminhá-la ao hospital ou pronto-socorro, com as mesmas roupas que usava na hora do estupro, sem se lavar, sem tomar banho, para exames e tratamentos que precisam ser imediatos.

Caso troque de roupa, guarde as roupas que estava usando para não limpar as provas, futuramente poderá ser feito exame mo IML.
O serviço médico deve ser procurado o mais rápido possível, pois a prevenção de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis é mais eficaz quanto menor o tempo transcorrido entre a agressão e o atendimento.
O atendimento imediato deve ser realizado por uma equipe multiprofissional que inclui médico, enfermeira, psicóloga e assistente social.
O hospital deve dispor de equipe treinada para fazer o acolhimento da mulher. As consultas devem transcorrer em ambiente adequado onde prevalecem as premissas de uma atitude compreensiva e solidária da equipe de atendimento, evitando-se comportamentos inquisitivos e juízos de valores.
O atendimento imediato consiste em entrevista e exame físico com a enfermagem, consulta médica, anticoncepção de emergência, profilaxia de doenças sexualmente transmitidas, incluindo hepatite B e HIV-AIDS, atendimento psicológico e orientações legais. Todos os medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo hospital neste primeiro atendimento.
As observações dos diferentes profissionais são anotadas em uma única ficha clínica, que deve ficar arquivada no serviço. Se for necessário, cópia desta ficha poderá ser disponibilizada para a mulher ou seu representante legal (se menor).
A comunicação do crime é prerrogativa da mulher. É ela quem decide se deve dar queixa à polícia ou não. As mulheres, ou seus representantes legais, devem ser estimuladas a comunicar o acontecido às autoridades policiais e judiciárias, porém a decisão final é delas. O hospital somente comunicará a violência às autoridades nos casos previstos em lei.

Após o atendimento inicial devem ser agendados retornos em ambulatório específico para acompanhamento, durante seis meses, com ginecologista, infectologista, psicóloga, enfermeira e assistente social.
Devem ser realizados exames laboratoriais específicos para doenças de transmissão sexual, hepatite B, hepatite C e AIDS.
Para os casos de gravidez decorrente de estupro a mulher deve ser atendida em primeiro lugar pela assistente social do hospital. Posteriormente, é atendida pela psicóloga, pela enfermagem e pelo médico. Quando a mulher decide continuar com a gravidez, é acompanhada por equipe especializada que, se for o seu desejo, providenciará a doação da criança por ocasião do nascimento.
Se a mulher solicitar a interrupção da gravidez, esta solicitação deve ser discutida em reunião multidisciplinar, com a participação da diretoria clínica e da comissão de ética do hospital. A decisão de interromper a gestação depende de fatores médicos e psicológicos, entre os quais, a idade da gestação. Decisão favorável à interrupção somente será tomada se atendidos todos os requisitos da legislação brasileira.

Adaptado do texto do CAISM e aprovado pelo Dr. Aloisio Jose Bedone
http://www.caism.unicamp.br/programas/prog-violencia.html

Este texto também é baseado em informações do Ministério da Saúde
http://www.portaldeginecologia.com.br/modules.php?name=News&fil...

do Portal da Ginegologia
http://www.portaldeginecologia.com.br/modules.php?name=News&fil...

Projeto Iluminar
http://www.campinas.sp.gov.br/extras/?codModelo=22&busca=Ilumin...
.
Atendimento imediato

A médica sanitarista Verônica Gomes Alencar, coordenadora do Iluminar de Campinas, informa que grande parte das ocorrências deste tipo de violência é registrada à noite e durante os finais de semana e feriados, quando a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) encontra-se fechada.
As pessoas que sofrerem qualquer tipo de violência sexual devem procurar um serviço de saúde antes de 72 horas. Segundo Verônica Alencar quanto mais cedo as vítimas procurarem um atendimento de saúde mais rápido o trauma físico poderá ser diminuído através da prevenção de doenças sexuais e, no caso de mulheres, de uma gravidez por estupro.
"Por isso, é fundamental que os profissionais de saúde estejam preparados para acolher e encaminhar as pessoas para os primeiros cuidados relacionados à saúde física e mental", diz.
Após o atendimento, a vítima é orientada a fazer Boletim de Ocorrência e o caso é notificado aos serviços de saúde.

Ouçam uma entrevista da Drª Verônica Gomes Alencar através do
Windows Média Player
http://www.campinas.sp.gov.br/extras/entrevistas/mp3/2006/janeiro/V...

Esta entrevista fala sobre o atendimento em Campinas, mas a maioria das informações podem ser seguidas em qualquer localidade.

A entrevista é muito instrutiva. Vale a pena ouvir.
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Onde procurar serviços de atendimento à vítima de violência sexual

Veja o endereço mais próximo da sua casa na página da Secretaria Nacional das Mulheres

http://200.130.7.5/spmu/docs/atendimento_mulher/serv_viol_sexual.pdf
 
 
Leia no Itacare Justiça  LEI Nº 12.015, DE7 DE AGOSTO DE 2009

quinta-feira, julho 23, 2009

Erro de diagnóstico médico: ato indenizável?

Erro de diagnóstico médico: ato indenizável?

Em regra, todas as vezes em que o médico, seja por ação, seja por omissão, agir com negligência, imprudência ou imperícia, restará caracterizada sua responsabilidade pelos danos causados ao paciente.

Com exceção das cirurgias plásticas de cunho estético, sabe-se que a responsabilidade civil dos médicos é restrita à constatação de dolo ou não aplicação dos cuidados mínimos necessários, no que diz respeito aos meios adotados, como materiais, técnicas e produtos.

Tanto é assim que o CDC (clique aqui) preceitua em seu artigo 14, §4º, que a "responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa".

Em outras palavras, a responsabilidade civil dos médicos não está vinculada ao resultado do tratamento, mas ao emprego dos meios disponíveis para a respectiva finalidade. Dessa forma, o efeito inesperado não implica inadimplência por parte do profissional.

Ocorre que, muitas vezes, o erro médico antecede ao tratamento e se restringe ao mero diagnóstico da patologia.

Reconhecida pelos juristas como uma questão delicada, o STJ vem firmando posicionamento no sentido de que o "erro no diagnóstico [...] resulta em danos morais passíveis de indenização"¹.

Nesse sentido, é cabível a leitura de que, assim como a cirurgia plástica de fins estéticos, o erro de diagnóstico é também obrigação de resultado e, portanto, regulada pela responsabilidade objetiva.

Partindo dessa premissa e de que a modalidade objetiva de responsabilidade independe da constatação da culpa, basta a verificação do dano, além do próprio defeito na prestação do serviço, para configurar o dever de indenizar.

Nesse contexto, o parágrafo único do artigo 927 do CC (clique aqui), que dispõe sobre a responsabilidade objetiva, estabelece sua aplicação "quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem".

Quanto à repercussão dos danos, são certamente presumíveis e, dependendo da gravidade da patologia equivocadamente identificada, independem de prova – dano moral puro (in re ipsa).

Falhas em diagnóstico de câncer, AIDS ou doenças congênitas em fetos, além de provocar um sofrimento evitável, representam nefasta violação da honra e, até mesmo, da intimidade e vida privada do paciente.

Já a doutrina, bem representada por Jeronimo Romanello Neto², adverte que o "erro, derivando de uma apreciação subjetiva em um caso cientificamente duvidoso ou com opiniões diferentes na doutrina médica, não pode causar responsabilidade ao médico".

De forma um pouco mais avançada, Yussef Said Cahali também minora a gravidade da matéria, afirmando que o "erro de diagnóstico, só por si, não seria causa da obrigação de indenizar o dano moral".

Esclarece, todavia, o autor que a equivocada identificação de patologia com recomendação de tratamento ineficiente ou desnecessário, sim, "trazem angústia intensa e o dano indenizável", sobretudo se acompanhadas de quebra de sigilo médico.

Ressalta que erros laboratoriais, como testes de gravidez, são reputados meros aborrecimentos, "não autorizando indenização por dano moral".

Sob o mesmo ângulo, de maior prudência, o posicionamento jurisprudencial do TJ/MG, que exige o erro grosseiro do diagnóstico, tornando-o inescusável pelo profissional.

Baseiam-se, para tanto, no entendimento de que o diagnóstico cuida-se de operação delicada e que nem sempre está revestida de todas as condições para ser exercida de maneira unívoca e isenta de imprecisões³.

Pelo exposto, ao se balizar entendimentos jurisprudenciais e doutrinários, percebe-se que, pelo menos a imprecisão do trabalho médico, decorrente de crassa falha da identificação da patologia ou do tratamento a ser adotado, quando trouxer relevante repercussão moral ao paciente, é seguramente indenizável.

Por fim, não se pode olvidar que é defesa a estipulação, em contrato de prestação de serviços médicos, de exoneração, atenuação ou transferência da obrigação de indenizar a terceiros (artigos 25 e 51, I e II, do CDC).

Bernardo José Drumond Gonçalves* Advogado - Do Migalhas

Leia Erro médico e responsabilidade civil

sábado, junho 20, 2009

Doenças: Consequências criminosas da Traição

Homens casados traem. Mais do que as mulheres. Até aqui nenhuma novidade. O Ministério da Saúde divulgou o resultado da mais ampla pesquisa sobre o comportamento sexual do brasileiro. Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres de 15 a 64 anos de todas as regiões do país. No quesito fidelidade, confirmou o que todos nós imaginávamos: 21% dos homens casados ou que vivem com companheiras têm parceiras eventuais. Entre as mulheres, apenas 11% têm relações fora do casamento.
A diferença não surpreende. Nossa cultura tolera - e até enaltece - as escapadelas masculinas. Não faz o mesmo com as femininas. Mulheres que traem são punidas com a execração familiar e social. É comum encontrar matronas que protegem os filhos que pulam a cerca. Às filhas que fazem o mesmo reservam a mais dura censura.
Os números do governo apontam algo mais grave: os homens traem sem camisinha. A maioria dos casados que buscaram outras parceiras não usou preservativo em todas as relações. No grupo dos traidores, 57% dispensaram a camisinha.

Isso é criminoso. De uma ignorância atroz. De uma irresponsabilidade sem tamanho. Continue lendo aqui 

Do Dois em Cena

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No Itacaré News

Além da Aids,são transmitidas sérias doenças que requerem longos tratamentos. Assim agem os criminosos (as) que não poupam seus companheiras (os)das consequências de suas relações extra-conjugais.

Mulher Proteja-se

Doenças do Beijo "Não Fiquem com elas "

Métodos Anticoncepcionais  AIDS na Bahia também tem!

Período de Incubação AIDS
De 3 a 10 (ou mais) anos entre a contaminação e o aparecimento de sintomas sugestivos de AIDS.
 

Não sejam cúmplices destes crimes. As vitimas contaminadas agradecem

segunda-feira, abril 06, 2009

Homens de verdade não oprimem nem violam mulheres".

Brasil sedia Simpósio Global para debater o envolvimento dos homens na promoção da igualdade de gênero

O Simpósio Global Engajando Homens e Meninos pela Eqüidade de Gênero, que vai até sexta-feira, visa acabar com estereótipos de masculinidade, que contribuem para a violência contra as mulheres, e promover discussões sobre paternidade, saúde e violência

Cerca de 450 representantes de governos, ativistas, pesquisadores, universidades e sociedade civil de mais de 70 países se reúnem nesta semana, no Rio de Janeiro, para discutir como envolver homens na promoção da eqüidade de gênero. O Simpósio Global Engajando Homens e Meninos pela Eqüidade de Gênero, realizado por organizações não-governamentais de diversos países, com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), foi aberto nessa segunda-feira (30/03) com a presença de diretoras do sistema ONU e da ministra da SPM, Nilcéa Freire.

A idéia de discutir o envolvimento dos homens na promoção da eqüidade de gênero é tentar acabar com estereótipos de masculinidade, que contribuem para a violência contra as mulheres, e promover discussões sobre paternidade, saúde e violência.

Na abertura, a ministra da SPM, Nilcéa Freire, disse que a desigualdade faz muito mal ao desenvolvimento dos povos. "Se queremos um desenvolvimento realmente sustentável, temos que trabalhar, temos que lutar cotidianamente pela igualdade. É uma preocupação hoje de estados, governos e sociedade, mas que tem que ser traduzida em compromissos e em ações", disse a ministra.

Para a diretora executiva do Unifem, Inés Alberdi, a luta para erradicar a violência de gênero tem sido liderada, em grande parte, por mulheres, enquanto os homens têm sido excluídos do processo. Hoje, segundo ela, não se pode mais trabalhar apenas dessa forma. Segundo a diretora executiva adjunta do UNFPA, Purnima Mane, o desafio do simpósio é fazer com que as propostas convençam homens e meninos a contribuir com a eqüidade de gênero. Esse encontro é singular na história da humanidade!" Proclamou a representante do UNFPA no Brasil, Alanna Armitage, em seu discurso de abertura.

Na ocasião, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, enviou mensagem aos participantes do evento sobre a campanha "Unidos pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas" e o papel da sociedade para a igualdade de gênero. "Nenhum país, nenhuma cultura foge dessa política. A violência contra mulheres e meninas é a forma mais odiosa de violência", apontou Ban Ki-moon. E conclamou: "Homens de verdade não oprimem nem violam mulheres".

A cerimônia também contou com o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids), Michel Sidibé, a representante do Departamento de Gênero, Mulheres e Saúde (WHO), de Genebra, Peju Olukoya ,a coordenadora-residente da ONU no Brasil, Kim Bolduc, o Embaixador do Canadá no Brasil Paul Hunt, além de representantes de diversas organizações da sociedade civil espalhadas pelo mundo.
Até sexta-feira (03/04) gestores, ativistas sociais e pesquisadores vão participar, no Hotel Intercontinental, de debates e grupos de trabalho, com o objetivo de desenvolver propostas de políticas públicas que serão reunidas em um documento e entregues a governos de diversos países.

SPM

quarta-feira, abril 01, 2009

Mulher Proteja-se

A confiança no parceiro é a principal razão para que 70% dos casais abandonem o uso do preservativo. Isto é o que aponta uma pesquisa do Pólo de Prevenção DST/Aids da Universidade de Brasília.

O estudo, divulgado pelo jornal Saúde em Movimento, mostrou que, de 250 casais entrevistados, 70% não usam camisinha. O consumo de bebidas e drogas também provoca o esquecimento da proteção.

De acordo com Mário Angelo Silva, coordenador do pólo, a falta de cultura do uso do preservativo contribui para o aumento dos casos de HIV. "A Aids continua sendo uma doença do outro, estigmatizada e não prevenida adequadamente".

Criado há cinco anos para estimular o uso do preservativo e orientar sobre sexualidade e doenças, o Pólo de Prevenção DST/Aids funciona na Universidade de Brasília.Entre outras atividade, o pólo distribui cerca de quatro mil camisinhas/mês aos cadastrados.

Cerca de 65% dos cadastrados são homens, e a quantidade de camisinhas femininas distribuídas é mínima. "As mulheres ainda têm dificuldade para exigir a prevenção. Temos de desconstruir o mito de que o preservativo atrapalha o prazer ou que o uso é atestado de infidelidade", destaca o coordenador.

No A Tarde

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Mulher Proteja-se

 
 
 
 

segunda-feira, março 30, 2009

Métodos Anticoncepcionais

A prevenção da gestação não planejada é fundamental, principalmente para adolescentes e adultos jovens sexualmente ativos, que devem ser orientados precocemente, uma vez que a idade para início das relações sexuais está diminuindo cada vez mais, enquanto estão aumentando o número de adolescentes grávidas.Os métodos contraceptivos podem ser divididos didaticamente em: comportamentais, de barreira, dispositivo intra-uterino (DIU), métodos hormonais e cirúrgicos.A escolha do método contraceptivo deve ser sempre personalizada levando-se em conta fatores como idade, números de filhos, compreensão e tolerância ao método, desejo de procriação futura e a presença de doenças crônicas que possam agravar-se com o uso de determinado método. Como todos os métodos têm suas limitações, é importante que saibamos quais são elas, para que eventualmente possamos optar por um dos métodos. Todavia, na
orientação sobre os métodos anticoncepcionais deve ser destacada a necessidade da dupla proteção (contracepção e prevenção as DST e HIV/AIDS), mostrando a importância dos métodos de barreira, como os preservativos masculinos ou femininos.http://www.afh.bio.br/reprod/reprod8.asp

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O que é contato sexual?

Escolha seu método anticoncepcional
Leia mais:
Roteiro para escolher um Anticoncepcional
Veja somente os anticoncepcionais sem hormônio
Preços médios dos anticoncepcionais
A escolha de um método anticoncepcional não pode ser apenas uma questão de sorte.
Perguntas mais freqüentes sobre o uso da Pílula Anticoncepcional
Pesquisa: Escolha seu método preferido !!!
Anticoncepcional SEM menstruação
Benefícios e usos terapêuticos da pílula anticoncepcional
Pesquise mais sobre anticoncepcional

http://www.gineco.com.br/anticoncepcional.htm

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Dia Fértil e Como usar a camisinha

Protejam-se!

Falamos do Aborto com mais constância que divulgamos os métodos contraceptivos e protetivos

sexta-feira, março 06, 2009

Pacto Nacional Enfrentamento à Violencia contra a mulher

O que é o Pacto Nacional?

Uma iniciativa do Governo Federal voltada para o desenvolvimento de um conjunto de ações, nos próximos quatros

anos, em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, que visa o enfrentamento a todas as formas de violência

contra as mulheres, com atenção especial às mulheres negras, indígenas e àquelas que vivem no campo e nas fl orestas.

Objetivos:

Reduzir os índices de violência contra as mulheres;

Promover uma mudança cultural a partir da disseminação de atitudes igualitárias e valores éticos;

Garantir e proteger os direitos das mulheres em situação de violência, com atenção especial às mulheres

negras, indígenas e àquelas que vivem no campo e nas fl orestas.

Áreas estruturantes:

Consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, incluindo a implementação

da Lei Maria da Penha;

Promoção dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e enfrentamento à feminização da Aids e

outras DSTs;

Combate à exploração sexual e ao tráfi co de mulheres;

Promoção dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão.

http://200.130.7.5/spmu/docs/violencia_2007.pdf

domingo, março 01, 2009

609 pessoas no teste Fique Sabendo Aids, 14 estão infectadas

Em Salvador, 609 pessoas fizeram o exame no estande do Fique Sabendo
Uma novidade nas ruas do Pelourinho chamou a atenção de quem escolheu Salvador para brincar o carnaval deste ano. Em meio aos blocos de rua, 609 foliões pararam em um posto montrado em frente à Escola de Medicina da Bahia para aproveitar a oferta de teste rápido anti-HIV feita pelo Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de DST/Aids. Entre os que procuraram o serviço, 14 tiveram resultado positivo, o que representa cerca de 2,3% do total. Esse foi o maior percentual de diagnósticos positivos já realizados numa ação do Fique Sabendo – a estratégia de mobilização para a ampliação da testagem – em eventos culturais. A média anterior era de 0,7% de positivos.

Uma das prioridades para 2009 no enfrentamento da epidemia de aids é aumentar o número de pessoas testadas. Para isso, conforme anunciado pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no Dia Mundial de Luta contra a Aids no ano passado, serão enviados aos estados 3,3 milhões de testes rápidos. O esforço pretende mudar uma realidade preocupante: estima-se que 630 mil brasileiros tenham o vírus da aids. Desses, 255 mil nunca foram testados e, por isso, não conhecem sua condição sorológica.
 
Matéria na Integra no Portal Saude do Governo
 
 
Os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) são serviços de saúde que realizam ações de diagnóstico e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Nesses serviços, é possível realizar testes para HIV, sífilis e hepatites B e C gratuitamente. Saiba como e onde.
 

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Doenças do Beijo "Não Fiquem com elas "

A gengivite, por exemplo, é uma infecção bacteriana que teve sua incidência aumentada nos últimos anos, provavelmente em decorrência do hábito de "ficar". De acordo com um estudo publicado em fevereiro de 2006 no British Medical Journal, beijar na boca várias pessoas aumenta em quatro vezes o risco de adolescentes contraírem meningite, uma infecção cerebral potencialmente fatal. Já a bactéria causadora da temida cárie dental, streptococcus mutans, também pode ser transmitida pelo beijo na boca

Além das bactérias, o beijo também pode transmitir vírus causadores de doenças. Uma dessas doenças, a mononucleose, recebeu como nome popular "doença do beijo". Mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB) e, depois de um período de incubação de 30 a 45 dias, a pessoa pode permanecer com vírus para sempre no organismo. Mononocleose pode ser uma doença assintomática, ou apresentar sintomas que incluem: fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço. Outra doença por vírus mais conhecida, e também transmitida pelo beijo, é o herpes labial. Essa doença é provocada pelo vírus herpes simplex e pode causar bolhas e feridas nos lábios e pele ao redor da boca.

As temidas doenças sexualmente transmissíveis (DST) também podem ser contraídas pelo beijo. O Departamento de Saúde dos EUA considera que pode haver risco, apesar de muito pequeno, de transmissão do vírus HIV, causador da doenças da AIDS, através do beijo da boca ( http://www.cdc.gov/hiv/resources/qa/qa17.htm ) caso existam feridas ou sangramento na boca. O risco de transmissão do HIV através do beijo na boca teoricamente é maior em pessoas com body-piercing na língua ou lábios. Um beijo mais ardente poderia provocar sangramento na região do body-piercing, havendo o risco de infecção dovírus HIV se o sangue entrar em contato com uma lesão bucal ou corte. Outras DST também transmissíveis pelo beijo incluem sífilis e gonorréia.

Aids

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nada de beijar o primeiro ou primeira que aparecer. "Não é uma questão de simplesmente não beijar mais, mas sim de, sabendo que a possibilidade de contaminação e de contagio existe, que é preciso cautela e é melhor conhecer mais a pessoa em que se está interessado", sugere Delgado.

Outro fator que merece muita atenção é o sexo oral onde também se pode transmitir a doença. "Qualquer contato da boca com secreção sexual, ou líquido vaginal, esperma ou aquele líquido que vem antes do esperma, pode transmitir o vírus, pois essas secreções são contaminadas com HIV, no caso da pessoa ter a doença", alerta o dentista. A saída é sexo oral com preservativo.

Além de muito discernimento e o uso de camisinha, as visitas ao dentista são essenciais, isso porque os primeiros sinais clínicos de infecção por AIDS aparecem na boca. "Vale lembrar que a doença diagnosticada no início é melhor controlada", ressalta.

Leia aqui

Algumas perguntas e respostas

O que quer dizer "soroconversão"?

Este ponto é muito importante. Uma pessoa pode estar com o vírus e apresentar um teste negativo. Por quê? O teste sempre mostra os anticorpos reagindo ao vírus, e não o vírus propriamente. Se o organismo não teve tempo de fabricar estes anticorpos, não vai aparecer nada no teste. O período de fabricação de anticorpos suficientes para serem detectados no teste é de aproximadamente 3 meses (para a maioria das pessoas). Isto é "soroconversão".

A partir de que momento passamos do estágio de "soropositivos" para a doença AIDS?

Após um período que dura geralmente muitos anos. Os vírus que "dominam" nas células acordam e destroem progressivamente o sistema de defesa do organismo. O debilitamento das defesas imunológicas acarreta a aparição de alguns dos sintomas já mencionados.

Ser "soropositivo" significa que vamos obrigatoriamente desenvolver a AIDS?

A evolução da infecção pelo HIV não é a mesma para todos. Alguns indivíduos são "soropositivos" há muitos anos e continuam aparentemente bem.
Na maioria dos casos, a doença AIDS só aparece num período de 8 a 10 anos.

AIDS- HIV na evolução

O país com o maior índice de contágio na América Latina é o Brasil, com mais de 700.000 pessoas infectadas
 A cada ano, 30 mil pessoas contraem HIV no país
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Leia Aids

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Vade Retro!

Itália decide que sexo com camisinha é motivo para anular o casamento

Suprema Corte de Justiça do país ratificou decisão do Vaticano.
Em 2005, Igreja anulou casamento porque casal fez sexo seguro.

A Justiça da Itália decidiu que fazer sexo com preservativo (camisinha) pode ser utilizado como motivo para anular o casamento, de acordo com reportagem do jornal italiano "Il Messaggero".

A Suprema Corte de Justiça do país ratificou uma decisão do Vaticano, que, em 2005, anulou o casamento de um casal identificado como Fabio N. e Elizabeth T., porque eles fizeram sexo seguro.

A Suprema Corte negou provimento ao recurso de Elizabeth, que contestava a anulação de seu casamento com Fabio.

Segundo a mulher, eles tinham feito sexo protegido para evitar que o marido, que sofre da "Síndrome de Reiter", transmitisse a doença para um futuro filho.

Mas, para a Igreja, as práticas que excluem a procriação podem invalidar o casamento religioso.

Mas, para Elizabeth, esse ponto de vista "contrasta com a proteção da saúde tanto da mulher quanto da criança".

No G1

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Em 2008

O papa Bento XVI encomendou a um grupo de teólogos um estudo sobre o preservativo na luta contra o VIH/Sida, o que poderá significar uma abertura da Santa Sé à aceitação excepcional do seu uso como um "mal menor" entre casais com um elementos infectado (mais aqui)."

kostadealhabaite

Em 2006

O princípio moral da Igreja é o mesmo; mas mudaram as situações que temos que enfrentar. trata-se, em outras palavras, de aplicar a doutrina de sempre a certas situações novas como o problema da AIDS", disse Dom Soto.

"Ponho o exemplo de um caso particular: o casal de esposo onde um deles tem AIDS e reclama o ato matrimonial, tem o cônjuge direito a defender sua saúde de alguma maneira?"

http://blog.bibliacatolica.com.br/2006/04/24/oficial-do-vaticano-esclarece-doutrina-sobre-preservativo-e-a-aids-nao-mudara/

Vaticano pode suspender o tabu do preservativo para lutar contra a Aids

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Caso uma mulher casada seja contaminada ( ou vice-versa ) por Aids , DST, vão receber a extrema unção do papa?

As estatísticas de casados contaminados aumentou assustadoramente!

A realidade em relação ao uso de preservativos tem de ser encarada com seriedade pelos credos e pela justiça!

Inacreditável estarmos no século XXI com estes seres nos poderes das Igrejas induzindo a sociedade a não se preservar!

Realmente é uma ótima forma de EXTERMÍNIO!