Porque deixas teus filhos ,entregues a própria luta, festejas aqueles filhos que te vendem por um prato de lentilhas, rejubila-te com aqueles do teu seio que te corrompem, subornam e devoram as tuas entranhas?
Que espécie de mãe tu és que geras em mim sentimentos de rebeldia,de revolta,medo,desprezo e impiedade contra meus próprios irmãos?
Sinto-me órfã de alguém a quem respeitava como um gigante de força de força,integridade e justiça. Até quando poderei encobrir do meu próprio filho a fragilidade das tuas raízes? Ou chegou o dia em que devo dizer a ele: - Vamos meu filho, procurar uma adoção. Vamos procurar um novo chão.
Arranque-os de teu seio, extirpa-os, para que teus bons filhos possam se aninhar em confiança nos seus braços! E descansar... Queria muito descansar.
...Escrevi este texto publicado no O Globo em cartas em 1991. Em 1998 vim para Bahia. Para onde devo ir agora ?
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Que cada ato nosso por mais insignificante que seja, se torne uma Máxima e que esta seja seguida por todos na sociedade.Estejamos sempre atentos com nossa conduta, ela é a máxima da nossa almejada PAZ.
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Que cada ato nosso por mais insignificante que seja, se torne uma Máxima e que esta seja seguida por todos na sociedade.Estejamos sempre atentos com nossa conduta, ela é a máxima da nossa almejada PAZ.
Ana Maria C. Bruni
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